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Inflação no Brasil e nos EUA domina o radar dos mercados, com dólar e ações em queda

Inflação no Brasil e nos EUA domina o radar dos mercados, com dólar e ações em queda

Os mercados operam em compasso de espera pelos novos dados de inflação no Brasil e nos Estados Unidos, enquanto o dólar recua e o Ibovespa perde força. Além disso, a queda recente do petróleo e o cenário eleitoral doméstico seguem no radar dos investidores.

CâmbioÍndicesSwing TradeDay TradeScalpAlta

Comentário de Lucas Faria

O mercado está trocando um pouco de preço por confirmação: inflação no Brasil mais fraca reforça corte do Copom, enquanto a leitura do CPI americano mantém viva a discussão sobre o Fed. Nesse ambiente, dólar e bolsa tendem a operar mais sensíveis a qualquer desvio das expectativas.

Inflação no Brasil e nos EUA domina o radar dos mercados, com dólar e ações em queda
Inflação no Brasil e nos EUA mantém dólar volátil e pressiona Ibovespa
Fonte: G1

Inflação no Brasil e nos EUA mantém dólar volátil e pressiona Ibovespa

O dólar opera em alta nesta sexta-feira, com os novos dados de inflação no Brasil e nos Estados Unidos no centro das atenções. O Ibovespa recua, enquanto o petróleo também perde força após recentes altas.

CâmbioÍndicesSwing TradeGerenciamento de RiscoAlta

Comentário de Lucas Faria

O dólar está respondendo menos ao ruído local e mais ao contraste entre uma inflação mais fraca no Brasil e um Fed ainda pressionado por preços resistentes. Enquanto o Copom ganha espaço para cortar juros, o mercado lá fora segue testando até onde o banco central americano pode apertar a política monetária.

Inflação no Brasil e nos EUA mantém dólar volátil e pressiona Ibovespa
Inflação no Brasil e nos EUA concentra atenções e mexe com apostas para Copom e Fed

Inflação no Brasil e nos EUA concentra atenções e mexe com apostas para Copom e Fed

Os mercados acompanham nesta sexta-feira os novos dados de inflação no Brasil e nos Estados Unidos, que ajudam a calibrar as expectativas para os próximos passos dos bancos centrais. No Brasil, a deflação de agosto reforça a chance de corte de juros pelo Copom, enquanto o CPI americano em linha com o esperado mantém viva a leitura de aperto pelo Fed.

CâmbioÍndicesCriptoSwing TradeDay TradeAlta

Comentário de Lucas Faria

O mercado está lendo o dia pela ótica clássica de juros: inflação mais fraca no Brasil favorece o Copom, enquanto o dado americano ainda não tira o Fed do modo vigilante. Para câmbio e juros globais, o ponto central continua sendo o diferencial de política monetária.

Inflação no Brasil e nos EUA concentra atenções e mexe com apostas para Copom e Fed
Pressão da inflação reforça apostas de alta de juros pelo Fed

Pressão da inflação reforça apostas de alta de juros pelo Fed

A persistência da inflação nos Estados Unidos voltou a fortalecer a discussão sobre novos aumentos de juros pelo Federal Reserve. O dado reduz a confiança de que o banco central terá espaço para afrouxar a política monetária no curto prazo.

CâmbioÍndicesCriptoSwing TradeGerenciamento de RiscoAlta

Comentário de Lucas Faria

Isso é exatamente o tipo de dado que impede o mercado de antecipar demais o alívio monetário. Se a inflação não cede, o Fed não tem espaço para sinalizar pressa em cortar juros.

Pressão da inflação reforça apostas de alta de juros pelo Fed
Petróleo recua após sinais de possível acordo sobre navegação no Estreito de Ormuz

Petróleo recua após sinais de possível acordo sobre navegação no Estreito de Ormuz

Os preços do petróleo interromperam a sequência de altas e fecharam em queda nesta sexta-feira, após uma semana de forte valorização impulsionada pelo conflito no Oriente Médio. O mercado passou a precificar a possibilidade de algum entendimento para a navegação no Estreito de Ormuz, enquanto tensões na região seguem no radar.

CommoditiesCâmbioÍndicesSwing TradeGerenciamento de RiscoAlta

Comentário de Lucas Faria

O petróleo segue muito sensível ao noticiário geopolítico, mas hoje o mercado resolveu realizar parte dos ganhos. Enquanto não houver clareza sobre a segurança das rotas no Oriente Médio, a volatilidade tende a continuar alta.

Petróleo recua após sinais de possível acordo sobre navegação no Estreito de Ormuz
Escalada no Oriente Médio leva Brent a US$ 107 e eleva risco para oferta global

Escalada no Oriente Médio leva Brent a US$ 107 e eleva risco para oferta global

O petróleo voltou a disparar nesta quinta-feira com a intensificação da guerra no Oriente Médio e o aumento do temor de interrupções no escoamento da commodity. O Brent fechou no maior nível desde maio, acima de US$ 107 por barril.

CommoditiesÍndicesCâmbioSwing TradeAlta

Comentário de Lucas Faria

A leitura aqui é clara: quando o risco geopolítico ameaça oferta de petróleo, o mercado precifica rápido e com força. Isso não é só energia cara; é um choque que contamina inflação, juros e, por tabela, ativos de risco no mundo inteiro.

Escalada no Oriente Médio leva Brent a US$ 107 e eleva risco para oferta global
Banco Central Europeu deve subir juros, mas guerra e inflação embaralham o rumo seguinte
Fonte: CNBC

Banco Central Europeu deve subir juros, mas guerra e inflação embaralham o rumo seguinte

O Banco Central Europeu é amplamente esperado para elevar sua taxa de juros, em meio à inflação ainda elevada na zona do euro e ao choque provocado pela guerra entre EUA e Irã. Mesmo com a alta praticamente certa, o mercado está dividido sobre como será a próxima fase da política monetária.

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Comentário de Lucas Faria

A alta de juros do BCE parece praticamente dada, mas o mercado já está menos interessado no anúncio de hoje e mais preocupado com a trajetória daqui para frente. Com petróleo volátil, inflação pressionada e yields soberanos subindo, o banco central entra numa zona de maior complexidade.

Banco Central Europeu deve subir juros, mas guerra e inflação embaralham o rumo seguinte
Bessent desafia o mercado a apostar contra o iene e sinaliza apoio mais duro à moeda japonesa

Bessent desafia o mercado a apostar contra o iene e sinaliza apoio mais duro à moeda japonesa

O secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, afirmou que tem mais visibilidade sobre os próximos passos de autoridades americanas e japonesas quando o assunto é a intervenção no câmbio do iene. A fala reforça a percepção de que Washington quer sustentar a moeda japonesa e eleva a cautela entre traders que vinham apostando contra ela.

CâmbioÍndicesDay TradeSwing TradeAlta

Comentário de Lucas Faria

Aqui o recado é de autoridade e não de diplomacia: Bessent está dizendo ao mercado que a assimetria de informação está do lado dele. Quando o Tesouro americano fala assim sobre o iene, o mercado tende a reduzir a convicção em posições vendidas contra a moeda japonesa.

Bessent desafia o mercado a apostar contra o iene e sinaliza apoio mais duro à moeda japonesa
Saídas de ETFs pressionam o bitcoin, que volta a ficar abaixo de US$ 77 mil

Saídas de ETFs pressionam o bitcoin, que volta a ficar abaixo de US$ 77 mil

O bitcoin perdeu força e voltou a operar abaixo de US$ 77 mil, em meio a saídas de recursos de ETFs ligados à criptomoeda. O movimento reforça a leitura de maior cautela no curto prazo para o ativo.

CriptoSwing TradeDay TradeAlta

Comentário de Fabão ShockShark

Saída de ETF é combustível de correção, simples assim. Quando o fluxo institucional vira, o bitcoin perde a sustentação mais rápida que tinha ganhado.

Saídas de ETFs pressionam o bitcoin, que volta a ficar abaixo de US$ 77 mil