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Milho avança na B3 com dólar mais alto, enquanto Chicago continua pressionando as cotações

Milho avança na B3 com dólar mais alto, enquanto Chicago continua pressionando as cotações

Os contratos de milho sobem mais de 2% na B3 nesta segunda-feira, apoiados pela valorização do dólar. Ao mesmo tempo, o mercado de Chicago segue em queda, o que ajuda a separar o comportamento do mercado brasileiro do externo.

CommoditiesCâmbioSwing TradeGerenciamento de RiscoAlta

Comentário de Nathália Castanheira

O milho está reagindo mais ao câmbio do que ao comportamento de Chicago, e isso é típico quando a paridade de exportação passa a ditar o ritmo da B3. Para o produtor, o dólar mais firme ajuda a segurar preço, mesmo com a pressão lá fora.

Milho avança na B3 com dólar mais alto, enquanto Chicago continua pressionando as cotações
Ouro ultrapassa US$ 4 mil por onça e segue no radar à espera do Fed

Ouro ultrapassa US$ 4 mil por onça e segue no radar à espera do Fed

O ouro avançou e superou a marca de US$ 4 mil por onça, com o mercado esperando a decisão do Federal Reserve. O movimento reflete a cautela dos investidores antes do anúncio do banco central americano.

CommoditiesCâmbioDay TradeScalpAlta

Comentário de Paganin Lima

O ouro entrou numa região psicológica importante e agora o mercado vai testar se esse rompimento tem perna ou se é só antecipação de evento. Antes do Fed, o gráfico tende a ficar mais nervoso e sujeito a falsos rompimentos.

Ouro ultrapassa US$ 4 mil por onça e segue no radar à espera do Fed
Vitória de Lula pressiona soja em Chicago com aposta de vendas maiores à China

Vitória de Lula pressiona soja em Chicago com aposta de vendas maiores à China

A cotação dos futuros de soja recuou após a vitória de Lula, em meio à leitura de que uma eventual mudança de governo pode abrir espaço para aumento das vendas do grão brasileiro à China. O mercado passou a precificar um cenário potencialmente mais favorável às exportações do Brasil.

CommoditiesCâmbioSwing TradeAlta

Comentário de Nathália Castanheira

A soja está reagindo à política, mas o ponto central é o comércio com a China. Quando o mercado enxerga mais espaço para o Brasil vender, ele rapidamente ajusta o prêmio de risco do contrato.

Vitória de Lula pressiona soja em Chicago com aposta de vendas maiores à China
USDA vê estoques de soja do Brasil encolhendo na safra 2026/27

USDA vê estoques de soja do Brasil encolhendo na safra 2026/27

O adido do USDA em Brasília projeta uma nova safra recorde de soja no Brasil em 2026/27, mas com queda expressiva nos estoques finais. A combinação de exportações fortes, maior esmagamento e crescimento mais lento da área plantada tende a reduzir a disponibilidade do grão ao fim do ciclo.

CommoditiesSwing TradeAlta

Comentário de Nathália Castanheira

A conta da soja brasileira continua apertada: mesmo com safra grande, exportação forte e esmagamento recorde tendem a consumir boa parte da oferta. Se o clima colaborar, o mercado ainda trabalha com abundância, mas os estoques de passagem podem ficar bem mais justos.

USDA vê estoques de soja do Brasil encolhendo na safra 2026/27
Dólar fecha abaixo de R$ 5 e acumula queda na semana

Dólar fecha abaixo de R$ 5 e acumula queda na semana

O dólar encerrou o pregão abaixo de R$ 5 e terminou a semana com recuo de 1,58%. O movimento veio em uma sessão de alívio para a moeda americana, enquanto a Bolsa brasileira também fechou a semana em baixa moderada.

CâmbioSwing TradeDay TradeAlta

Comentário de Lucas Faria

O recuo do dólar abaixo de R$ 5 é relevante não só pelo nível psicológico, mas porque mostra que o mercado segue sensível ao fluxo e ao diferencial de juros. Em uma semana de Bolsa fraca, o câmbio acabou sendo o sinal mais claro de alívio para o real.

Dólar fecha abaixo de R$ 5 e acumula queda na semana
Decisão do BCE deve definir o tom da política monetária na Europa

Decisão do BCE deve definir o tom da política monetária na Europa

O mercado aguarda a decisão do Banco Central Europeu nesta quinta-feira, com atenção voltada ao tom do comunicado e aos sinais sobre os próximos passos da política monetária. Mesmo sem acesso ao texto completo da matéria, o foco está claramente no que o BCE pode indicar para juros e inflação na zona do euro.

CâmbioEducação FinanceiraAlta

Comentário de Lucas Faria

O mercado vai olhar muito mais para a mensagem do BCE do que para a decisão em si. Em momentos assim, o tom do comunicado costuma pesar tanto quanto o número anunciado.

Decisão do BCE deve definir o tom da política monetária na Europa
El Niño e excesso de chuvas pressionam safra de trigo no Sul do Brasil
Fonte: Band

El Niño e excesso de chuvas pressionam safra de trigo no Sul do Brasil

O trigo produzido no Sul do país vem sendo afetado pelo El Niño, que intensificou temporais e elevou a umidade nas lavouras do Paraná e do Rio Grande do Sul. A Conab já trabalha com uma estimativa de queda relevante na produção da safra 2026/2027.

CommoditiesSwing TradeMédia

Comentário de Nathália Castanheira

O mercado de trigo precisa olhar para esse quadro climático com atenção. Quando o problema sai do campo e entra na produtividade, o reflexo aparece na oferta e, por consequência, na formação de preços.

El Niño e excesso de chuvas pressionam safra de trigo no Sul do Brasil
Fed encara um cenário econômico cada vez mais ambíguo

Fed encara um cenário econômico cada vez mais ambíguo

O Federal Reserve está lidando com uma economia que manda sinais mistos, o que torna a calibragem da política monetária mais difícil. A leitura do momento é de incerteza sobre a direção da atividade e da inflação.

CâmbioEducação FinanceiraAlta

Comentário de Lucas Faria

Esse é o tipo de cenário que o Fed menos gosta: crescimento, emprego e inflação podem não estar andando juntos, e isso dificulta a sinalização ao mercado. Quanto mais confuso o quadro, maior a sensibilidade dos ativos a cada dado novo.

Fed encara um cenário econômico cada vez mais ambíguo
Decisão sobre o Irã se aproxima enquanto Trump sinaliza opção entre acordo e escalada

Decisão sobre o Irã se aproxima enquanto Trump sinaliza opção entre acordo e escalada

Donald Trump afirmou que o momento de decidir sobre o Irã está próximo, colocando na mesa duas possibilidades: um acordo ou uma ação mais dura. A fala aumenta a incerteza geopolítica e mantém o mercado atento a qualquer desdobramento na região.

CâmbioÍndicesCommoditiesSwing TradeAlta

Comentário de Lucas Faria

O mercado não gosta de vácuo em tema geopolítico, e essa fala do Trump aumenta justamente a incerteza que os investidores tentam precificar. Enquanto não houver clareza sobre acordo ou escalada, a tendência é de mais cautela nos ativos sensíveis ao risco.

Decisão sobre o Irã se aproxima enquanto Trump sinaliza opção entre acordo e escalada